
As espécies vulneráveis são aquelas que estão prestes a ser consideradas em perigo se a situação atual não se alterar. Entram nessa classificação espécies com menos de 10 mil adultos, como os lobos-guarás, 2,5 mil adultos como o macaco-uacari e 50 adultos como o condor-da-califórnia.

Uma espécie animal ou vegetal só está extinta quando nenhum ser pertencente a ela tiver sido observado nos últimos 50 anos. É o caso dos pássaros dodô, que até 1598 viviam em paz nas Ilhas Maurício, no sudeste da África, ano em que os portugueses lá chegaram. Como não voavam esses pássaros tornaram-se presas fáceis. Em 1681, a espécie deixou de existir.
É impossível dizer com precisão quantas espécies animais e vegetais correm o risco de extinção no mundo. Só no Brasil sabe-se que são mais de 300, um número vergonhoso para um país com tanta variedade biológica.

Equilíbrio ecológico é quando a natureza oferece moradia e alimento suficientes para todos os animais. Mas algumas ações do homem interferem nesse equilíbrio. Um exemplo é o desmatamento: ele expulsa ou mata várias espécies, que serviriam de alimento para outros bichos. Estes animais, com sua área de caça reduzida, podem ficar quase sem comida. É o caso de felinos como a onça-pintada. Já a jaguatirica e o leopardo-das-neves correm perigo porque são bastante caçados.

Muitos grupos de animais já estiveram bem próximos da extinção. Felizmente, alguns deles puderam receber uma segunda chance e vêm dando sinais animadores de recuperação. É bem verdade que a ameaça ainda ronda essas espécies. Mas, para quem quase desapareceu para sempre, qualquer melhora na situação pode e deve ser comemorada. Cabe a todos nós continuar lutando pela preservação dessas espécies.


Perigo até na água. Nem os animais que vivem nos mares estão livres da ameaça.
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